De Volta Ao Deserto

“Eu te conheci no deserto, em terra muito seca.” Oseias 13:5

Ler o Antigo Testamento é um verdadeiro desafio para mim. Uma boa parte de seus livros possui um caráter histórico, marcado por longas e densas narrativas. Há também os livros caracterizados por poesias e metáforas, que muitas vezes exigem uma leitura mais cuidadosa por nossa parte, a fim de evitarmos confusões quanto ao real significado do que está escrito.

Contudo, a imagem do deserto é constante em seu sentido: representa a fraqueza humana ante a graça e misericórdia de Deus. Mas ela não se esgota aí. O deserto nos leva a ver que, verdadeiramente, não devemos buscar a Deus por aquilo que Ele nos pode dar, seja o maná, a água ou sua proteção, porque isso pode desembocar na idolatria, em uma visão distorcida de seus atributos e natureza. E quem melhor nos ensinou isso foi o próprio Deus, ao descer e tornar-se homem; como não lembrar da passagem de Jesus no deserto? Como não lembrar do “nem só de pão viverá o homem” (Mt 4:4)?

É ali, no deserto, que somos moldados conforme a vontade do Criador, onde provamos das dores e angústias desta vida para que só então possamos compreender e sentir o quão doce é o consolo oferecido por Ele; para que nossa alma sedenta evoque a Fonte de água viva (Jo 4:13-14).

O deserto pode ser geográfico, emocional, espiritual. Pode ser uma doença, uma crise ou qualquer outro problema que você esteja passando. Saiba que andar por ele não tem como fim a conquista ou a posse de uma pretensa vitória. Certamente ele é um caminho que irá te aproximar de Deus, portanto siga os rastros e trilhas deixados na Palavra e encontre o final desse percurso.

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