Histórias que não nos contaram…

“Deixe-me ser o que fui criada para ser, deixe-me ser uma mulher” Elisabeth Elliot

Você provavelmente deve conhecer alguma feminista, ou talvez, você seja uma delas. Desde que essa “epidemia” começou em minha geração, tenho analisado o comportamento de muitas moças que aderiram tal posição. Confesso que a princípio, não compreendi nada sobre o porque de hora pra outra, muitas mulheres apareceram enfurecidas com tudo, principalmente com os homens. Sem entender nada, fiz o que é de costume, continuei a analisar tais comportamentos e a buscar em fontes confiáveis o que seria essa ideia de “feminismo” na atualidade.

Assim, compreendi que, o feminismo teve sua primeira onda com Elisabeth C. Staton que contava com uma compreensão deturpada e obscura do matrimônio. Stanton queixava-se acerca de suas responsabilidades como mãe e esposa. Ao que parece, possivelmente esta moça não contava com a compreensão e amor de seu marido. O que certamente a deixou emocionalmente ferida e desacreditada da felicidade e satisfação matrimonial.

Infelizmente, muitas moças compartilham deste mesmo posicionamento por terem de alguma forma sofrido ou presenciado sofrimentos de outras mulheres, sofrimentos esses ocasionados por maus tratos masculinos, falta de afetividade ou cuidado do homem para com ela. Mas veja, de forma alguma desejo imputar sobre os homens a culpa de tais comportamentos feministas. Gostaria apenas de trazer a reflexão de que quando uma das partes de um relacionamento falha, todo o relacionamento tende a falhar ocasionando em consequências que, “inundarão” todos os lados. Permita-me ser mais clara, imagine um corpo, se a cabeça (neste caso o homem) não dispões das devidas faculdades mentais que colaboram para um comportamento minimante aceitável, todo o corpo sofrerá as consequências. Dessa forma, é possível supor que tal movimento começara devido o anseio de mulheres em livrar-se das tristezas que seus matrimônios as causara. Claro que algumas mulheres até pleitearam por causas coerentes e admissíveis como, o igual tratamento para mulheres perante a lei, onde historiadores chamam de “movimento sufragista”. Porém, outras fizeram desse movimento uma forma de expor suas amarguras em rebeldia e promiscuidade, e é isso que deve nos preocupar.

Com o fato de que mulheres estavam a se sentirem mal com suas obrigações, inicia-se o anseio pela reforma dos casamentos. Assim, hoje temos casais que se conformam em apenas morar juntos, ou até manterem-se em relações de”semi casamento”, onde casam-se, porém, cada um continua em sua casa de origem_ sim, estes casais estão inseridos em nossas Igrejas sem nenhuma exortação. É esperado que muitas mulheres se frustrem e não saibam lidar com isso, vivenciando momentos de depressões ocasionando em graves patologias ou até mesmo, em suicídio. E então, entra a cultura moderna dizendo “não seja boba, seja empoderada! Olhe para Simone de Bevohir”. O que nunca nos contaram, é que Simone nutria verdadeiros sentimentos por Jean Paul Sartre, mas tinha que fazer parte de seus relacionamentos devastadores com diversas mulheres. Que triste vida ela teve.

Assim, você consegue perceber que o feminismo sempre faz da mulher uma vitima fatal? Ele [feminismo] está sempre a destruir aquela que o mesmo diz defender. Parece contraditório, não? Mas ao olharmos para as Sagradas Escrituras, compreendemos que a mesma vê a mulher de forma completamente diferente. Em Provérbios 31, as Escrituras dizem que a mulher terá a confiança de seu marido, fará sempre o bem, terá discernimento do que fazer, é dedicada, sábia, ajudadora, auxiliadora, útil. De tudo que tenho lido sobre o feminismo e com base em dezenas de análises comportamentais, não encontro nenhuma evidência de que o feminismo faça isso por nós. Pelo contrário, o mesmo tende a nos envergonhar e nos diminuir de maneira humilhante, quando nos faz brigar e “surtar” por direitos iguais quando na verdade, qualquer um sabe (ou deveria saber) que homens e mulheres possuem organismos diferentes, logo, habilidades e forças diferentes. É só estudar. É triste saber que muitas mulheres estão caindo nessa conversa de “empoderamento” e se permitindo conhecer o vazio de uma vida apoiada em ideologias sem fundamento, que se objetivam a destruir todas as suas emoções e torná-las criaturas desumanas, “histéricas” e fúteis.

Não sei você, mas para mim o feminismo não é relevante e como cristã, devo admitir, haja o que houver eu prefiro as Escrituras. Elas nunca me enganaram.

Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. Provérbios 14:1

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