Julgar dever de todo Cristão

Bom Amados,
Considerações iniciais:

O Intuito desta série de estudos e postagem é guiar nossos amados irmãos em nosso Senhor Jesus Cristo “o conhecimento da verdade, que é segundo a piedade, Tt 1:1”, com toda piedade dedicação e humildade, essas séries de estudos exegéticos dos textos que serão citados abaixo, nosso objetivo e genuíno anseio com amor por vós é para “ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; 2 Tm 3:16″ cada um “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. Jo7:24” conforme a palavra do Senhor e “Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulentamente. Ef 4:14” e por pragmatismo evangélico e mundano de palavras e frases que se compõe do uso da palavra de Deus e de Seu Santo Filho Jesus Cristo na qual lhes é tirada o texto do seu contexto, estas postagens é para repreender aqueles que agem de forma hipócrita julgando impiamente e incorretamente saindo da direção reta e pura da palavra de nosso Senhor Jesus, espero edificar aos amados irmãos e leva-los a uma vida de piedade pois “mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir. 1Tm 4:8”

A Tolerância é a palavra chave de nossos dias. É nos dito que devemos tolerar as idéias, palavras e ações de cada segmento da sociedade. Não podemos julgar o caráter de outras pessoas, mas devemos aceita-las da forma que são. O que nossos oficiais eleitos fazem em suas vidas privadas não deve influenciar nossa visão das suas qualificações para o cargo público. Devemos aceitar o estilo de vida dos homossexuais como alternativas (viáveis!) às nossas. Devemos ceder aos caprichos e desejos das feministas. Não devemos falar de Deus, para não irar o ateístas.

Esta atitude de tolerância é encontrada até mesmo na igreja (por todo o mundo) de hoje. Muitas pessoas, alegando ser cristãs, prontamente nos lembram das palavras de Jesus que não devemos julgar (Mt 7:1) e que não podemos jogar uma pedra, pois não somos melhores que a outra pessoa (Jo 8:7). Essa Atitude expressa confusão na igreja Cristã, incluindo igreja são reformadas em sua herança. A Heresia não é mais denunciada, e os heréticos não são mais disciplinados. O ensino fundacional do Cristianismo – que Jesus Cristo, Filho de Deus veio em carne, é o nosso único e completo Salvador – é negado. Somos ordenados a tolerar o pensamento religioso dos não-cristãos, pois toda religião tem um elemento de verdade nela, e porque a salvação não é exclusivamente para os cristãos (aqueles que professam fé unicamente em Jesus Cristo confiando somente na graça em uma vida piedosa diante de Deus). Devemos tolerar também em nossas igrejas as ações pecaminosas de outros. Não é da nossa conta se duas pessoas não casadas vivem juntas! Não é da nossa conta se um membro de nossa congregação pratica homossexualismo! Não devemos julgá-los.

Considerando este triste estado de coisas na igreja de hoje, não é surpreendente tomar conhecimento que o texto mais frequentemente citado da Escritura não é mais João 3:16 mas Mateus 7:1, como recentemente ouvimos um locutor de rádio. No Passado éramos lembrados: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira…”. Este versículo, erradamente interpretado como ensinando a maneira do arminianismo de que Deus ama toda pessoa, tinha intenção de confortar toda pessoa que cria nele. “Deus me ama! Tudo está bem comigo!”. Hoje somos lembrados: “Não Julgue!”. Esta mudança parece ser lógica. Se Deus me ama e cada outra pessoa, então ele não encontra nenhuma falta em nós, não deveríamos encontrar nenhuma falta uns nos outros. Contudo, a lógica falha. Ela procede de uma premissa errada, que Deus ama todo homem, e de uma suposição errada, que um Deus que ama uma pessoa ignora ou tolera os pecados da mesma. Assim, a conclusão também é errônea. Na realidade, a mudança do texto da Bíblia mais frequentemente citado indica a impiedade crescente da nossa sociedade. No passado, Deus recebia ênfase, embora erradamente entendido. Agora a ênfase cai sobre o homem, ao ponto que em certas situações, devemos ser cuidadosos para não mencionar o nome de Deus! O homem é deus, livre para construir suas próprias idéias de moralidade. E o fundamento básico para a moralidade é seu pensamento: “Eu sou bom. Você é bom. Concordemos em não achar nenhum mau em ninguém”.

Há um grupo de pessoas, que contudo, que a sociedade permite que julgamos, e para com quem podemos ser intolerante: aqueles que julgar a moralidade moderna como errônea, e não a toleram! Neste último grupo os cristãos verdadeiros devem encontrar a si mesmos, e a verdadeira igreja de Jesus Cristo deve encontrar a si mesma. Devemos julgar a visão prevalecente de tolerância como errônea, pois ela não é Bíblia. A Escritura é a única base para a nossa moralidade.

Nesta série de Estudos examinaremos em maior detalhe a visão prevalecente de tolerância à luz da Escritura. Nossa conclusão será que esta visão é perigosa, ímpia e anti-bíblica. Examinaremos então por detalhe as passagens, veremos que julgar é o chamado de Deus para o Cristão. Embora Deus coloque algumas restrições sobre como devemos julgar e mostrar intolerância, ele não nos proíbe de sermos intolerantes.

Acompanhem Esta série para “… crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2Pe 3:18”

Fonte: Julgar Dever do Cristão – Rev Doug Kuiper
Publicado por: Byron Center Protestant Reformed
Tradutora: Monergismo.com

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