Outros deuses e Objetos de Desejo

“Quando a visão não é mais 20/20…”

A visão 20/20 é aquela que considerar a visão ideal de um adulto. Esta expressão surge na oftalmologia para classificar a condição visual das pessoas. Por outro lado, a expressão Visão 20/20 é usada para definir uma visão com clareza sobre o futuro.

A adoração do homem, quando não está dirigida a Deus, não atinge a visão ideal, e não enxerga nitidamente o alvo desta vida que não é outro a não ser glorificar a Deus. Se o nosso culto está dirigido a qualquer outro objeto além do Senhor, então estamos caindo em um espírito de idolatria. Isto acontece porque a cultura ao nosso redor tem uma maior influência que os próprios ensinos bíblicos.

Israel vivia envolvido por poderosos impérios, Egito e a Mesopotâmia. Ambas as culturas tinham desenvolvidos religiões que  refletiam seu contextos sociais. Suas religiões estavam estabelecidas sobre um forte enfoque na natureza. Não somente estes dois grandes povos, também os Cananeus e Hititas. A ideia de um só Deus Todo-poderoso e Criador do Universo era um conceito estranho na época. Existiam diversos deuses. Cada um deles tinha uma função bem especifica; por exemplo, chuva, coleta, etc.

Os Egípcios e Mesopotâmios pensavam sobre as forças naturais e acreditavam que eram regidas por espíritos poderosos. Suas superstições levavam adorar o sol, lua e estrelas, como a “mãe” terra e a maioria das forças naturais tal como estrelas, chuva, tormentas e fogos. Tais religiões têm persistido, inclusive em nossos dias, devido os avanços tecnológicos e o conhecimento amplo que o homem tem alcançado, contudo, ainda existem remotas partes do planeta onde tais religiões têm forte presença.

A Nova Era tem, ironicamente, adotado um conselho semelhante que tem uma noção de Deus estando presente em todas as partes, incluindo na própria natureza. Deste modo, compartem a noção comum com as religiões antigas que erram a ser incapazes de distinguir entre o Criador e Sua Criação. Este é o principio fundamental da idolatria, e a raiz de toda idolatria.

Eu ainda lembro antes de ser cristão, existia entre os meus amigos, uma fascinação pela astrologia e os horóscopos. Tal era a confiança nas estrelas que tinha amigos os quais leiam diariamente os horóscopos para saber qual seriam as forças das estrelas que estariam ao seu favor e em contra deles. Sem perceber, acabavam outorgando poderes divinos a criação, sem perceber que os mesmos eram fruto da obra do Criador. Olhavam a criação, em vez de buscar o Criador. Esta ação feria os próprios mandamentos de Deus. Deus já nos advertiu do perigo da idolatria da astrologia. Ignorando a advertência do Senhor sobre tal prática, existiam altos riscos para aqueles que buscam as respostas na criação e não no Criador.

“E para que, ao erguerem os olhos ao céu e virem o sol, a lua e as estrelas, todos os corpos celestes, vocês não se desviem e se prostrem diante deles e prestem culto àquilo que o Senhor, o seu Deus, distribuiu a todos os povos debaixo do céu” (Deuteronômio 4:19).

Exaltar a criação é o elemento central do materialismo contemporâneo. A cosmovisão secular coloca o homem no centro da existência, fazendo da criação o seu próprio Deus. Fazendo isto recriam o pecado original uma vez mais. Talvez este seja o memorial da religião pós-moderna, onde o homem é exaltado e proclamado um deus, esquecendo que é criado pelo Criador. Nessa busca de sentido e propósito, o homem esquece Aquele que dá sentido à sua existência.

Porque as pessoas abraçam a superstição e idolatria?

“…tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre…” (Romanos 1:21-25)

Paulo explicava assim a tendência humana de atribuir inteligência e vida à criação física, sendo esta uma das causas principais de superstição e cegueira religiosa. Com tal facilidade, a humanidade deseja criar deuses que sejam feitos a sua imagem e semelhança, em vez de perceber que o homem tem sido criado à imagem e semelhança do Criador. Este é o desejo do homem de ser criador, em vez de ser criação; uma lembrança do pecado que fez o homem cair na condição na qual foi condenado pelo pecado original de Adão e Eva. Cada geração continua revivendo tal pecado, sem perceber que a criação nunca será igual ao Criador. Adão e Eva desejaram ser semelhante a Deus, e acabaram perdendo todo o mundo conhecendo e amaldiçoando a humanidade. Somente o segundo Adão fui capaz de quebrar a maldição do pecado e a morte, e trazer de volta ao homem diante do Seu Criador através do seu sacrifício na cruz, como o perfeito Cordeiro sem pecado entregue voluntariamente no Altar por nós e nossos pecados.

O primeiro mandamento nos ensina que não devemos aceitar nenhuma religião, nem filosofia, ou cosmovisão, que nos ensine qualquer ideia contrária da vida e do bem-estar em sua origem e fim no Senhor, dependemos plenamente no único Deus verdadeiro para todas as coisas. Não existe outro caminho que não seja aquele que Deus criou para nós. Não existem outras fontes de vida ou benção fora do Senhor, nosso Deus. Não há outro poder que governa sobre os Céus e a Terra que não seja o nome sobre todo nome, o Criador Todo-poderoso, o Senhor dos Exércitos.

“Ao Senhor, o seu Deus, pertencem os céus e até os mais altos céus, a terra e tudo o que nela existe” (Deuteronômio 10:14)

Somente nosso Deus criou e sustenta o universo que existe. Tomei um momento esta noite para observar a majestade da criação, parei um segundo e olhei pela janela o Céu e a majestade da criação de Deus. É incrível, contudo ,toda sua beleza não se compara com a beleza do Senhor; esta é a mensagem poderosa do Primeiro Mandamento. Temos que adorar e servir nosso Criador e Deus Todo-poderoso que salvou o antigo Israel fora da escravidão de Egito. Acreditemos e demos crédito que não existe outra fonte de benção e vida além do Senhor, nosso Deus. Temos sido criados para amar, glorificar e honrar a Deus e ter uma relação genuína e autêntica com Ele.

Ampliando a compreensão de Deus

Deus é Deus. Ele não pode ser mais verdadeiro do que Ele é. Objetivamente o Senhor é imutável. Uma vez dito isto, o homem tem uma compreensão limitada e crescente de Deus. As pessoas desconhecem Deus, e sua experiência subjetiva de Deus é limitada por espaço e tempo. Portanto, todos nós estamos em um processo de conhecer mais sobre Deus, assim Ele se faz mais real na nossa vida. Isso não significa que Deus mudou, mas que nós ampliamos nossa visão e realidade sobre Deus.

É através das obras incríveis de Deus que podemos conhecer melhor o caráter de Deus. O Rei Davi descreveu sua admiração entusiasta pelo cuidado e preocupação de Deus pela sua criação.

“Proclamarão o glorioso esplendor da tua majestade, e meditarei nas maravilhas que fazes. Anunciarão o poder dos teus feitos temíveis, e eu falarei das tuas grandes obras. Comemorarão a tua imensa bondade e celebrarão a tua justiça. O Senhor é misericordioso e compassivo, paciente e transbordante de amor. O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas” (Salmo 145:5-9)

   “Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens, porque ele sacia o sedento e satisfaz plenamente o faminto” (Salmos 107:8-9)

Moisés escreveu a seguinte declaração sobre Deus, o Criador do Universo:

“Ele defende a causa do órfão e da viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe alimento e roupa” (Deuteronômio 10:19)

Jesus explicou que Deus é um Deus amoroso e misericordioso com Sua Criação e com Seu povo de tal modo que a graça de Deus (chamada de graça comum pelos teólogos) vai além do povo de Deus e alcança inclusive aos injustos.

“Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mateus 5:44-45)

Deus se preocupa do bem-estar da Sua criação, muito mais do que possamos imaginar. E não somente da Sua criação, Ele também se preocupa do bem-estar do Seu povo, a Igreja de Cristo.

Talvez, se pergunte, porque é tão importante que conhecermos os fundamentos do caráter de Deus? A resposta é mais importante do que possa parecer quando você fez essa pergunta. É vital que compreendamos melhor Deus. Existe uma urgente necessidade de que o povo de Deus conheça como Ele realmente é. Por quê? Porque Ele quer criar em nós o mesmo caráter de Sua divina natureza. Pedro escreveu estas palavras para explicar aquilo que estou escrevendo aqui.

“…ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça…” (2 Pedro 1:4)

Esta compreensão requer uma mudança profunda dos nossos caminhos e pensamentos. Na verdade, isto já tem acontecido quando o Espírito Santo nos regenerou e fomos feitos novas criaturas em Cristo. Infelizmente, muitos cristãos têm esquecido que não somos chamados a ser membros de instituições humanas, mas discípulos de Jesus e membros vivos do Corpo de Cristo, a Igreja de Deus.

O apóstolo Paulo escreve na carta aos Romanos e os Filipenses onde mostra a importância de ser transformados pela renovação das nossas vidas e ter a mente de Cristo.

“Portanto, irmãos, rogo pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:1-2)

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:5)

Deus deseja que sejamos cada dia mais como Jesus, seguindo o seu exemplo de vida, tanto no pensamento, atitudes e estilo de vida. Somos chamados a ser discípulos, sendo um exemplo aos outros do que Jesus era. Assim, obedecendo todo aquilo que Jesus ensinou (Mateus 28:20). Ser um discípulo de Jesus, nos ajuda a trazer glória e honra ao nosso Deus e Criador.

Conhecendo Deus em tempo de incertezas

Permita começar com uma ideia que parece óbvia, mas apesar disso passa despercebida constantemente no pensamento cristão. Conhecemos a Deus, como amamos a Deus e deixamos que o amor de Deus flua através de nós para alcançar ao mundo. Isto se faz como vivemos os ensinos de Cristo e seguimos Seus caminhos, emulando o amor por outros que motivo a encarnação de Jesus e Suas ações no Seu ministério. O apóstolo amado, João, escreve sobre esse amor na sua primeira epístola.

“Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos… Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1 João 2:3; 1 João 4:8)

Podemos tentar construir argumentos para justificar nossas ações, contudo, não existe como negar a centralidade do amor na vida cristã. O amor é o mais excelente de todos os dons. Somos chamados a seguir o exemplo de Jesus quem por amor a nos entregou Sua vida quando ainda estávamos distante dele em pecado. Esse amor nos aproxima a Deus, e nos abre a conhecer a Deus em tempo de tantas incertezas.

Possivelmente, neste instante, esteja se perguntando, porque não tenha mencionado até agora o fato de que aprendemos sobre e conhecemos a Deus através da leitura e meditação da Palavra de Deus. Este é sempre o primeiro ponto nos círculos evangélicos; concordo totalmente com essa posição e prática cristã. Porém, desejava tomar um tempo para refletir sobre outros aspectos igualmente importantes e muitas vezes esquecidos e ignorados pela ênfase única na Palavra de Deus.

As Escrituras Sagradas formam a verdadeira Palavra de Deus entregue à Sua Igreja e contém todas as coisas necessárias para a salvação. Se tomar um tempo para reler o artigo de hoje e o artigo anterior, poderá ver todas as referências bíblicas diretas que tenho feito, e se conhece a Bíblia, terá percebido frases que parafraseando a própria Palavra de Deus.

Nunca se pode ignorar a relevância e importância na vida do discípulo de tomar tempo para ler e meditar na Palavra de Deus, porque nela temos o testemunho dos profetas e os ensinos de Jesus e os apóstolos. A Bíblia é a Palavra inspirada de Deus para a Igreja de Cristo. Ela é tão importante para nossa vida espiritual, como o alimento é para o nosso corpo.

Jesus respondeu: “Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus’” (Mateus 4:4, veja também em Deuteronômio 8:3)

O apóstolo Paulo escreveu também:

“Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:14-17)

“Continue a lembrar essas coisas a todos, advertindo-os solenemente diante de Deus, para que não se envolvam em discussões acerca de palavras; isso não traz proveito e serve apenas para perverter os ouvintes. Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. Evite as conversas inúteis e profanas, pois os que se dão a isso prosseguem cada vez mais para a impiedade” (2 Timóteo 2:14-16)

Conhecer a Deus requer estudar as Sagradas Escrituras, não somente ler, mas meditar e refletir, enquanto vivemos por cada palavra que nelas se encontre para a glória de Deus.

A Comunhão Com Deus

Agora entramos na última seção deste artigo onde estamos aprendendo mais sobre o primeiro mandamento da Lei de Deus. Isto nos leva a refletir sobre a relação que Deus deseja conosco; relação de filho e Pai.

“…e serei o seu Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas”, diz o Senhor todo-poderoso” (2 Coríntios 2:18)

Aqui se apresenta de forma simples o máximo propósito da existência da humanidade. Ser parte da família de Deus, a Igreja de Cristo. Somos chamados a crescer continuamente através do exemplo de Cristo para ter em nós o caráter justo do Senhor (veja Mateus 5:48), enquanto nos preparamos para nosso destino final à Cidade de Deus, como membros desta maravilhosa família. O discípulo amado, João, nos mostra com clareza a importância da relação intima e única que temos em Cristo.

“Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro” (1 João 3:1-3)

Somos filhos de Deus. Você e eu somos filhos do Criador, e temos sido chamados e escolhidos para ser parte da família que Ele está reunindo de todos os povos, nações, tribos e línguas. Por isso, somos chamados a não ter outros deuses que nos apartem de total atenção do nosso Pai. Ele não deseja compartilhar sua glória e honra com ninguém. Somente Ele é o Criador e Sustentador do Universo, como podemos ter outros deuses que ocupem o lugar que somente pertence ao Senhor?

Deus sempre teve um plano perfeito para a humanidade. Ele criou o homem e a mulher para viver em comunhão íntima e verdadeira com o Senhor. Jesus Cristo nasceu para ser o Salvador do Seu povo e resgatar o homem do pecado e da morte para a glória de Deus, nosso Senhor.

“Vemos, todavia, aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e de glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte. Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles. Ora, tanto o que santifica quanto os que são santificados provêm de um só. Por isso Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos.” (Hebreus 2:9-11)

Se ainda não percebeu, este foi o propósito pelo qual você nasceu e existe. Você não é um acaso, um acidente. Você forma parte do propósito de Deus. Nem sei como explicar com palavras tal mistério maravilhoso do amor de Deus. Somente posso dizer que temos sido eleitos desde antes do início do mundo para ser parte da família de Deus. Se isso não é amor, então não sei o que pode ser. Deus tem escolhido a Igreja de Cristo, como uma nação santa, uma comunidade viva de sacerdotes, um povo eleito, para proclamar as bondades do Senhor as nações da Terra. Você e eu estamos chamados a fazer visível o Reino de Deus no Brasil e nos povos do mundo. Isto somente é possível, se Deus é o único Deus e não temos outros deuses diante dos nossos olhos. Este é a razão pela qual Deus começa os Dez Mandamentos nos advertindo de não ter outros deuses diante dEle, porque somente Ele nos resgatou e nos fez um povo escolhido para adorar na beleza do Seu Santo Nome.

 

 

 

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