Quando a Conversão Ocorre…

‘’Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e lhe pediu cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso achasse alguns que eram do Caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém. Segundo ele estrada afora, ao aproximar-se Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer. Os seus companheiros de viagem pararam emudecidos, ouvindo a voz, não vendo, contudo, ninguém. Então, se levantou Saulo da terra e, abrindo os olhos, nada podia ver. E, guiando-o pela mão, levaram-no para Damasco. Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu. ’’ (Atos 9:1-9)

Quando a conversão ocorre, ela altera o rumo da nossa história e isso não ocorre mediante a nossa própria força, mas graças à intervenção divina, que nos convida a uma vida completamente diferente. Estava Saulo, também chamado de Paulo (Atos 13:9), a perseguir discípulos de Cristo, disposto a levá-los presos, quando fora chamado por Jesus; ele praticara muitos males no passado, mas foi um instrumento escolhido para levar o nome do Senhor (Atos 9: 13-16) e de perseguidor passou a sofrer por Aquele a quem perseguia.

Quando a conversão ocorre, ela nos conscientiza acerca do que éramos e do que Cristo fez por nós. Se seguíssemos nossa própria natureza, nosso próprio curso de vida, seríamos condenados com o mundo. Mas, uma graça poderosa interveio e ainda intervém a todo o momento em nossas vidas, nos atraindo irresistivelmente. Na primeira carta a Timóteo, Paulo demonstra gratidão e conta o que o Senhor lhe fizera:

‘’Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim, que noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade. Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou principal. Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.’’ (1 Timóteo 1:12-16)

Quando a conversão ocorre, nos sentimos o principal entre os pecadores, pois vemos aquilo que realmente fomos/somos e do quanto necessitamos do Salvador, não olhamos para o outro com grau de superioridade, mas passamos a considerar os outros superiores a nós (Filipenses 2:3), pois assim passamos a compreender a humildade. Deus transformou a vida de Paulo e também transformou a nossa. Cristo não veio chamar os sãos, pois eles não necessitam de remédio, ele veio para chamar os doentes e também para convidar pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17). O que se considera sem pecado engana a si mesmo. Os que ainda não se converteram, não se sentem incomodados com a vida que levam, é como caminhar nas trevas e estranhar um facho de luz. Quando nos convertemos passamos a odiar as trevas e ansiamos pela Luz, pois ela ilumina, permite que você contemple o Caminho e também revela nossas imperfeições. Convertidos, passamos a perceber cada falha, para que assim possamos pedir perdão e não temos vontade de voltar para onde Deus nos tirou.

Quando a conversão ocorre, passamos a ter uma vida diferente. Vivemos na terra, mas nosso pensamento constantemente está no céu. Mas, e quando uma pessoa, mesmo na igreja não muda e constantemente se envereda no mal? A verdade é que nem todos que estão na igreja, podem ser chamados de igreja. No deserto, nem todos os que estavam com o povo de Deus eram o povo de Deus, nem todos os de Israel eram israelitas (Romanos 9:6), pois o joio (filhos do maligno) crescerá junto com o trigo/ boa semente (filhos do reino- Mateus 13:38), mas na consumação dos séculos terão fins distintos. Não passarão impunes diante de Deus os que estão cauterizados pela maldade, sãos esses mesmos os que encobrem ou gabam-se por suas imundícias. No futuro, saberemos a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve (Malaquias 3:18). Os que temem ao Senhor, os que cuidam em guardar os seus preceitos serão para Deus como um particular tesouro e Deus os poupará no futuro (Malaquias 3:17).

Quando a conversão ocorre, ela não trará um conforto espiritual, pelo contrário, passamos a examinar a nós mesmos e denunciamos nosso próprio pecado, sentimos um desconforto com o erro e passamos a amar a Verdade. Tememos a Deus, fazemos diariamente um diagnóstico, no intuito de verificar se há algum caminho mau, e passamos a clamar, para que Deus nos guie pelo caminho eterno. Alguém convertido é alguém que ora, que O busca de todo coração, que lê a Sua palavra e a pratica; é alguém que um dia esteve perdido, mas que encontrou a redenção. Eu também já fui uma ovelha perdida da casa de Israel, mas o meu Bom Pastor me encontrou, grata sou. A conversão não me tirou do mundo, mas tirou o amor pelo mundo de mim, estou vivendo aqui, mas compreendo que minha cidadania é do céu. E torço para que Deus te alcance, te faça perseverar e transforme a sua vida também.

Em Cristo, Lariane!

 

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