Quando o Infinito Coube no Pequeno

“Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos. Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo não pode morrer outra vez: a morte não tem mais domínio sobre Ele. Porque morrendo, Ele morreu para o pecado uma vez por todas; mas vivendo, vive para Deus. Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus.” Romanos 6:8-11

Hoje o povo cristão celebra a Páscoa. No Brasil e em muitas outras partes do mundo, famílias preparam aquele saboroso almoço. Crianças aguardam ansiosamente por seus ovos de chocolate. Mas o verdadeiro sentido dessa celebração supera todos esses aspectos. E eu não estou me referindo aos ritos religiosos, eu me refiro a uma pessoa, Jesus.
Assim como o natal, a páscoa foi bombardeada pela história: como um símbolo, ela foi ressignificada pela humanidade e pouco a pouco o homem se afastou do verdadeiro sentido; para os cristãos, o período pascoal não corresponde aos ovos de chocolate ou a uma mesa farta de frutos do mar, tampouco a um momento de reminiscências do sofrimento e escravidão, mas sim de verdadeira alegria.

Sobre Ele
O ministério de Jesus durante sua passagem pela terra lhe trouxe inúmeros desafios: Ele teria de romper com todo um sistema religioso e plantar no coração de seus discípulos a semente da esperança e da salvação. Isso se tornou difícil, pois os judeus aguardavam um messias que além de redentor fosse rei e general de exércitos, montado em seu cavalo e revestido de uma armadura reluzente, características que não condiziam com a simplicidade de Jesus, conforme podemos ver no texto profético de Isaías 53.2:

“Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada em sua aparência para que o desejássemos.”

Mas os planos do Senhor não podem ser frustrados, e o Cristo prometido cumpriu sua missão. Até que Ele morreu.

Sua morte
Agora estando morto, a angústia e desespero invadiram o coração dos primeiros cristãos. A Palavra nos relata que após o falecimento de Cristo, houve trevas e escuridão, choro e pranto, e que o véu do templo se rasgou: uma referência ao fato de que o Senhor não mais iria requerer sacrifícios e ofertas, pois Jesus havia sido o perfeito sacrifício que religaria o homem a Deus. A religiosidade que envernizava o judaísmo agora estava vazia de sentido.

Durante três dias os discípulos de Cristo sentiram-se desolados. A fonte viva dos milagres e maravilhas, Jesus, encontrava-se incólume em um sepulcro. Por um momento, a morte havia esmaecido todo o legado dAquele galileu. Trevas e escuridão, choro e pranto.

Mas era necessário que Cristo passasse pela morte, para que a ira de Deus fosse aplacada e nossos pecados perdoados, pois só assim o Criador poderia estender a maravilhosa graça da salvação a toda humanidade. A morte de Jesus nos tornou filhos de Abraão, filhos da promessa. A Israel do Senhor não era mais geográfica, sim espiritual. A morte de Jesus alcançou a mim e a você!

“Então, você é rei! “, disse Pilatos. Jesus respondeu: “Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade. Todos os que são da verdade me ouvem”. João 18:37

Ele vive!
Apesar da promessa de que Cristo voltaria dos mortos ao terceiro dia, muitos relutaram em acreditar.

“Depois de dois dias ele nos dará vida novamente; ao terceiro dia nos restaurará, para que vivamos em sua presença.” Oséias 6:2

Foi essa relutância que levou as mulheres a visitarem o túmulo de Jesus naquela manhã de domingo. Ao chegarem lá, a Palavra nos relata que houve espanto e medo por parte delas, o que demonstra um sentimento de incredulidade quanto à ressurreição. Ele já não estava ali. “Por que procura entre os mortos quem vivo está?”, disse o anjo enviado pelo Senhor. Cristo ressuscitou! Logo o sentimento de incerteza foi substituído por esperança e alegria. Jesus vive e reina!
Estava findado; foi possível contemplar a face da salvação. Nos livramos de nós mesmos. Não devemos mais temer a morte, pois agora nada nos separará do verdadeiro Amor (Rm 8:38-39).
Ele então subiu aos céus, nos deixando o Consolador para concluir a boa obra em nossas vidas (Fp 1:6). Ele se foi e ainda assim continuou entre nós. Foi graças a ressurreição que a eternidade, o infinito, coube em nossos corações pequenos.

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