Teologia da Missão Integral

De tempos em tempos, no ambiente cristão, nos deparamos com movimentos e visões teológicas que contradizem alguns valores do Evangelho de Cristo. E assim é com a Teologia da Missão Integral.

O grande problema que muitos fingem que não percebem está justamente na ideologia e fundamento da mesma, que inegavelmente mantém uma forte influência do marxismo neste quesito.

Vamos entender, de forma sucinta, alguns pontos desta teologia falaciosa.

Visão Assistencialista aliançada com a Política  Parte dos defensores desta teologia entende que o trabalho social deve caminhar com a apresentação do Evangelho. Evidentemente que a Igreja pode e deve realizar um trabalho social, como assistência a pobres e anúncio do Evangelho. É algo absolutamente esperado e bíblico. Em alguns países da Europa, inclusive, o trabalho social é feito pela Igreja sem intervenção do Estado.

O problema começa quando os adeptos de tal teologia pressupõem que as correções das mazelas da sociedade serão reparadas na perspectiva política. Para obter essa “ajuda” política que coloca o foco apenas no assistencialismo, se faz necessário obter alianças com políticos esquerdistas comunistas. E para que tais alianças funcionem, muitos “cristãos” estão relativizando e ignorando abertamente a essência do Evangelho.

2º Falsa Igualdade – E o pior de tudo, que parte do comunismo, na teoria, pretende “igualar” a sociedade na questão econômica. “Igualdade”, esta, que é e sempre será teórica, pois os comunistas do alto escalão nunca terão a vida financeira equiparada a quem está abaixo na cadeia hierárquica da sociedade.

Porém, qualquer ser humano dotado com um pouco de senso crítico, olhando a perspectiva histórica, sabe que o comunismo é fracassado em todos os países que tentaram implantá-lo. Recomendo inclusive a leitura do livro “Manifesto Comunista” de Marx, que é o pai do Comunismo, que lá está tacitamente claro quais são as metas escusas do Comunismo: acabar com a propriedade privada e com a burguesia, implantando na prática uma ditadura, pois não aceitam ser questionados em seus métodos impostos.

E a partir daqui, encontramos um dos piores problemas que essa teologia apresenta. E é uma pergunta que nenhum adepto da mesma sabe responder com honestidade intelectual: como é possível uma ideologia marxista caminhar lado a lado com o Cristianismo?

É impossível! 

Karl Marx não era apenas um ateu ou que meramente alguém que não acreditava em Deus. Em seus diversos escritos, ficam claras posições que ele faz contra Deus, portanto, ele sempre se portou como um inimigo do Cristianismo em todas as vertentes possíveis. Os escritos de Marx contra o contra a Fé Cristã deu margem a muitos anos de perseguição à Igreja de Cristo.

O fato de desconsiderar qualquer influência religiosa para a sua percepção pessoal foi a aparente motivação para que ele construísse suas doutrinas relativizando qualquer tipo de princípio religioso, incluindo o cristianismo.

Pior ainda que, no entendimento da maioria dos adeptos dessa teologia, o roubo e corrupção na política são irrelevantes, desde que sejam mantidos recursos financeiros para sustentar os “menos favorecidos”. Este é um tremendo contraponto aos valores básicos do Evangelho de Cristo, pois se fins justificam os meios, então os meios em si mesmo podem ser feitos sem nenhum filtro cristão. Na prática é como se dissessem: “não há problemas roubar do rico, pois é para dar ao pobre.” Porém, o roubo, seja ele para qual finalidade ou para qualquer justificativa que derem, é um ERRO.

Maior tragédia é ver “pastores” acreditando que é possível ter diálogo com marxismo no que diz respeito ao entendimento teológico. Fecham os olhos para a corrupção de hoje em troca de algo, quem dirá sobre a centralidade da mensagem do Evangelho: “Arrependam-se, pois é chegado o Reino”.

“Se Marx, Bruno Bauer e Feuerbach juntos fundarem uma revista teológico-filosófica, Deus faria bem em cercar-se de todos os seus anjos e se entregar à autopiedade, pois estes certamente o tirarão de seu céu…” (Karl Marx, Vida e Pensamento, David McLellan, Vozes, p. 54).

Muitos outros escritores viram claramente o anseio de Marx em destronar Deus, como se isso fosse possível.

Como cristão, acredito que todos têm direito de seguir a orientação política que quiserem e entenderem. Mas entender este sistema mentiroso como algo que possa caminhar de qualquer forma que seja com o Evangelho de Cristo, é um erro crasso.

Não é à toa que vemos no Brasil alguns representantes desta teologia em conluios com partidos comunistas em suas origens e atolados no mar da corrupção, fechando os olhos para o que Palavra de Deus condena por força de darem mais ouvidos às suas crenças políticas do que ao Evangelho de Cristo. E se estas evidências não servirem a nós, no mínimo, como um alerta e indicativo de que as coisas estão deturpadas, realmente, precisamos rever o nosso entendimento do Evangelho.

Que o Senhor nos ajude a discernir sobre a realidade do Evangelho em nossos dias, e nos ajude a permanecermos firmes na fé.

Em Cristo,

Marco Cicco

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